SINOPSE
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Durante séculos, a sociedade impôs julgamentos severos a pessoas neurodivergentes, resultando em confinamento e violência. Fatores culturais e históricos moldaram a percepção dos transtornos mentais, tornando-os mais visíveis na diversidade humana. A narrativa explora os avanços e retrocessos na luta contra o estigma, abordando práticas psiquiátricas brutais, o surgimento da psicanálise e a relação de diferentes culturas com a neurodiversidade.
Com uma abordagem humana e compassiva, a obra revela a história de uma família envolvida com a saúde mental ao longo de gerações. Ao desmontar os mecanismos de exclusão, destaca o poder transformador da cultura na redução do medo e da dor associados aos transtornos mentais.
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