SINOPSE
Questionamentos frequentes permeiam a atuação do tradutor/intérprete de Língua de Sinais, refletindo as complexidades de seu trabalho. Dúvidas como “Que sinal é esse?” e “Como devo sinalizá-la?” surgem constantemente, revelando a diversidade de interpretações e a necessidade de adaptação às particularidades regionais e contextuais.
O foco central reside na compreensão do processo dialógico que envolve a tradução e a interpretação, buscando uma visão que transcenda o aspecto técnico. A relação entre o eu e o outro, assim como a produção de sentidos, são aspectos fundamentais a serem explorados nessa prática essencial.