SINOPSE
A percepção comum de que o cérebro humano funciona como uma câmera de vídeo, armazenando imagens para recuperação posterior, é desafiada por pesquisas em psicologia judiciária e Neurociências. Essas investigações revelam falhas na memória, que, embora naturais, têm sérias implicações nas provas judiciais, especialmente no que diz respeito ao depoimento testemunhal e ao reconhecimento de pessoas.
A análise dos erros cometidos por operadores do Direito é crucial para melhorar a precisão das memórias. Enquanto países como Estados Unidos e Canadá avançam em reformas legais, o Brasil ainda carece de esforços significativos nesse campo, o que levanta questões sobre a confiabilidade das provas judiciais.
