SINOPSE
Atingir o público-alvo tornou-se um desafio crucial em um mercado competitivo, onde o neuromarketing e o neurobranding se destacam como ferramentas poderosas. Pesquisas avançadas buscam entender as reações do cérebro durante o ato de compra, revelando que grande parte das decisões de consumo é influenciada por fatores emocionais. Essa dinâmica levanta questões éticas, pois, apesar de seu impacto positivo na economia, pode gerar preocupações sobre a manipulação do desejo humano.
O consumo, muitas vezes visto como um caminho para a felicidade, reflete a busca incessante por satisfação imediata. Em uma sociedade consumista, a pressão por estar sempre atualizado e possuir o que há de mais novo pode levar a um ciclo vicioso de desejos e frustrações. Assim, a relação entre felicidade e consumo se torna um tema complexo, onde a linha entre ética e crescimento econômico se torna cada vez mais tênue.








