SINOPSE
Em uma nova cidade, Brunilde enfrenta a solidão e a busca por sua identidade. Entre trabalhos que garantem seu sustento e silêncios que ecoam, ela percebe que a verdadeira independência vai além de laços superficiais. Celestina, que representou amor e refúgio, transforma-se em uma necessidade que a aprisiona, levando-a a questionar suas escolhas.
Ao lidar com o medo do abandono e a dependência emocional, Brunilde embarca em uma jornada de autodescoberta. Através de experiências e reflexões, ela compreende que o conceito de lar é uma construção interna, revelando a coragem necessária para se escolher e se reinventar.