SINOPSE
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Uma análise sensível da indumentária afro-brasileira revela um mapa afetivo das formas de vestir e existir. A pesquisa parte de fotografias de antepassados, reconstruindo histórias e identidades que o racismo tentou apagar. Durante a pandemia, ao organizar sua árvore genealógica, fragmentos de narrativas afrodiaspóricas foram revisitados e celebrados.
Imagens do passado e do presente transformam roupas em documentos vivos, utilizando a moda como ferramenta de combate ao apagamento sistêmico. Este trabalho convida à celebração de heranças e ao reconhecimento de histórias que carregam ancestralidade.
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