SINOPSE
Entre 1919 e 1923, a Marinha do Brasil estabeleceu diversas Colônias de pescadores ao longo do litoral, visando melhorar as condições de vida desses trabalhadores, muitos dos quais eram analfabetos. Com a promessa de educação, assistência médica e melhores condições de trabalho, a oficialização da pesca tornou-se um marco na vida dessas comunidades, que enfrentavam a precariedade e a exclusão social.
A pesquisa que embasa esta narrativa revela as histórias e memórias dos pescadores artesanais da praia de Copacabana, especialmente os da Colônia Z-13. A obra explora a evolução da pesca e o papel do Estado no suporte a esses trabalhadores, destacando a importância da tradição e da identidade cultural na construção de uma comunidade resiliente.








