SINOPSE
A violência retratada na mídia se transforma em um sentimento de medo que permeia a sociedade. Focando no discurso midiático e na dinâmica comunicacional, a autora investiga como a narrativa do medo é construída e recebida pelo público. Através da análise de dois casos policiais, a obra examina não apenas a descrição dos eventos, mas também as reações emocionais que eles provocam nas pessoas.
O medo emerge como protagonista nas reportagens, revelando a capacidade do jornalismo de acionar sensações. No entanto, essa dinâmica não ocorre de forma isolada; depende de condições simbólicas que foram moldadas ao longo da história, levantando questões sobre a responsabilidade da mídia na promoção do pânico e na estigmatização social.




