SINOPSE
Reflexões sobre a guinada subjetiva e o protagonismo feminino nas narrativas documentais revelam como as memórias da ditadura civil-militar no Brasil são abordadas. A análise de oito documentários, produzidos entre 1996 e 2013, destaca três mecanismos de reconstrução de histórias de vida e interpretação da memória pública, incluindo a prevalência do self e a montagem de relatos que lidam com perda e trauma.
A produção cinematográfica Pós-Retomada é marcada por narrativas que emergem de afetos subjetivos e uma perspectiva de gênero, evidenciando a memória vicária no pós-ditadura. Esses filmes, ao democratizar afecções por meio de imagens pedagógicas, ressaltam a continuidade das disputas sobre políticas de reparação, justiça e verdade no país.