SINOPSE
Sentir-se preso em maratonas invisíveis é comum na sociedade atual, onde a pressa é considerada uma virtude e a ocupação, um sinal de sucesso. No entanto, essa urgência frequentemente encobre a falta de propósito. A proposta é desconstruir essa ditadura da pressa e retomar o controle sobre a própria narrativa.
Com estratégias práticas e reflexões profundas, o leitor é convidado a transformar o movimento vazio em progresso significativo. O foco não está na lentidão, mas em viver com intenção e clareza, promovendo uma intensidade mais consciente na vida cotidiana.