SINOPSE
Reflexões sobre o movimento estudantil emergem em meio a questionamentos sobre sua direção e eficácia. A análise crítica busca entender as práticas atuais e suas consequências, especialmente em um contexto de estagnação. A partir da realidade da UFSC, são sistematizadas críticas às organizações que compõem esse movimento, propondo um debate sobre a superação das estruturas retrógradas que permeiam a política.
A práxis revolucionária se destaca como um elemento central, desafiando a ilusão institucional e propondo um trabalho de base. A crítica é apresentada como um ponto de partida para transformar a realidade, enfatizando que a verdadeira mudança não se limita a teorias, mas se concretiza na história vivida.
