SINOPSE
A região do Norte de Minas Gerais é retratada como um sertão vibrante, onde a vida rural se entrelaça com saberes e fazeres tradicionais. Narrativas de carreiros, seleiros, vaqueiros e trançadores de couro revelam a essência de uma sociedade que, ao longo do tempo, se adaptou e atualizou suas práticas. Esses ofícios, fundamentais para a sobrevivência, refletem a identidade e o pertencimento a grupos sociais que dependem do trabalho com o gado.
A modernização do campo, iniciada na década de 1960, trouxe mudanças significativas, transformando fazendas em grandes empresas rurais. Essa transição resultou no esvaziamento do campo e na ameaça a ofícios tradicionais, que agora enfrentam a concorrência de máquinas e transportes modernos, colocando em risco a continuidade dessas práticas ancestrais.