SINOPSE
Preenchendo lacunas importantes na compreensão da resistência à ditadura de 1964, a narrativa revela o protagonismo feminino nas ações armadas da ALN entre 1967 e 1973. Esses anos de luta frequentemente ignorados pela história oficial mostram como a guerrilha urbana foi a única oposição aberta ao regime, enquanto outros eventos, como as lutas estudantis e a redemocratização, ganhavam destaque.
Mulheres que desafiaram normas sociais e familiares para lutar pela liberdade são o foco central. Suas histórias, muitas vezes eclipsadas por narrativas feministas de outros contextos, são resgatadas, revelando a coragem e a determinação de quem se opôs à tirania, contribuindo para uma compreensão mais ampla desse período crucial.




