SINOPSE
Desde a criação do dinheiro, sua narrativa tem sido dominada por homens, relegando as mulheres a um papel secundário nesse universo. Esse cenário, sustentado por leis e normas sociais, impede que elas tenham acesso e controle sobre suas finanças, limitando suas escolhas e autonomia. A obra explora como o patriarcado moldou estratégias para afastar as mulheres do poder financeiro, revelando dados que evidenciam essa desigualdade.
Além de discutir a relação entre matrimônio, maternidade e finanças, a leitura provoca reflexões sobre o reconhecimento do trabalho das donas de casa e a real eficácia do empreendedorismo como solução. Questões sobre relacionamentos e suas implicações financeiras também são abordadas, mostrando que o dinheiro é, sem dúvida, um assunto que deve ser discutido por mulheres.