SINOPSE
Refletir sobre a caça às bruxas é essencial para compreender suas raízes históricas, que frequentemente visaram as mulheres. A análise se concentra no processo de cercamento e privatização de terras, explorando como essas dinâmicas sociais e econômicas geraram as primeiras acusações de bruxaria na Europa. A relação entre essa violência e o controle da sexualidade feminina revela marcas profundas na sociedade contemporânea.
As consequências dessas perseguições ainda são visíveis hoje, com casos de acusações e punições de “bruxas” em diversas regiões, incluindo a África e a Índia. A discussão é enriquecida por contribuições de estudiosos contemporâneos.
