SINOPSE
Durante os Anos Dourados, entre 1945 e 1964, as mulheres eram rotuladas em categorias que refletiam as expectativas sociais da época, como “boa esposa” e “jovem rebelde”. Esse período é marcado por convenções que exigiam o casamento como um objetivo primordial, enquanto traições masculinas eram frequentemente toleradas em nome da estabilidade familiar.
O relato traz à tona figuras emblemáticas que vivenciaram essa realidade, questionando se as transformações sociais realmente alteraram a percepção sobre o papel feminino ao longo das décadas. Uma reflexão profunda sobre a evolução dos costumes.
