SINOPSE
Meados do século XIX marcam um período de resistência e construção de identidade para a população negra em São Paulo. A Irmandade de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos se destaca ao erguer a Igreja do Rosário, promovendo celebrações que reverberam a cultura africana. Enquanto o café enriquece a cidade, quilombos e rebeliões emergem nas fazendas, refletindo a luta por liberdade e dignidade.
Entre os personagens dessa luta está Tiodora, uma mulher escravizada que busca sua alforria através da escrita. O cenário da década de 1860 revela não apenas as ideias abolicionistas, mas também a presença de intelectuais negros que desafiam o sistema escravocrata, tornando-se vozes de resistência e esperança.