SINOPSE
A relação entre motofretistas e plataformas digitais de entrega é marcada por desafios trabalhistas e desigualdades. Durante a pandemia, essas empresas prosperaram, enquanto os entregadores enfrentaram riscos elevados, como acidentes e contágio. A falta de regulamentação expôs a precariedade do trabalho, evidenciando a exclusão de direitos e a omissão de responsabilidades por parte das empresas.
Uma análise aprofundada dessa dinâmica pode oferecer subsídios para que órgãos governamentais e a Justiça do Trabalho abordem os conflitos enfrentados por essa categoria. É essencial que as empresas reconheçam a importância do desenvolvimento humano, garantindo justiça social e um equilíbrio entre lucros e remuneração justa.
