SINOPSE
Nem tudo que nos moldou foi uma escolha, mas a transformação é sempre possível. Através de uma narrativa íntima e humana, o texto convida à reflexão interior, sem pressa ou máscaras. Fragmentos de dor e força revelam a importância de compreender padrões repetitivos e elaborar o que não foi nomeado, permitindo a reconstrução da própria história.
Combinando experiências de vida e reflexões psicanalíticas, a obra destaca que o corpo expressa o que a mente silencia. Não oferece respostas prontas, mas abre caminhos para aqueles prontos para deixar de apenas sobreviver e, finalmente, começar a ser.