SINOPSE
Experiências e percepções profissionais de uma enfermeira assistencial são exploradas, revelando o confronto entre as visões sobre a morte nas áreas da Saúde e do Direito. Questões éticas e jurídicas são levantadas, como o direito à morte e a percepção da vida em relação a essa decisão. Muitas pessoas optam por não seguir determinados tratamentos, mas enfrentam pressões sociais que limitam sua autonomia.
O texto aborda temas como ortotanásia, bioética, biodireito e testamento vital, desafiando a sociedade a refletir sobre a verdadeira liberdade na hora de decidir sobre o próprio fim.
