SINOPSE
Lisboa, 1922, é o cenário de uma intensa controvérsia literária que envolve a publicação de versos homoeróticos, gerando reações acaloradas entre os conservadores da época. A segunda edição de um livro provocador e um artigo crítico na revista Contemporânea desencadeiam um debate que envolve figuras proeminentes da literatura portuguesa, culminando na censura e destruição de obras.
Esse romance mergulha em um período cultural de transição, onde o modernismo se afirma em meio a uma classe social que resiste à liberdade estética, refletindo tensões que prenunciam o surgimento de ideais fascistas nos anos seguintes.