SINOPSE
Diferenças entre o sofrimento neurótico e o não neurótico são exploradas em três ateliês que oferecem uma visão aprofundada sobre a clínica contemporânea. Um dos destaques é a discussão sobre o tempo que o paciente “rouba” ao final da sessão, levantando questões sobre necessidade e desejo, e suas implicações no trabalho analítico.
A escuta atenta às particularidades de cada caso permite uma compreensão das distinções entre clivagem e recalque, além de estados desvitalizados e deserotizados. Conceitos como exclusão primária e secundária são também abordados, enriquecendo a prática clínica.