SINOPSE
As complexas relações entre modernismo e imagem são exploradas, considerando a imagem como uma presença viva e histórica. A reflexão sobre a natureza das imagens revela que elas atuam como forças que moldam memória e cultura, servindo como um método de transição entre tempos e significados. O diálogo entre figuras como Mário de Andrade e Drummond destaca a construção do olhar modernista sobre o Brasil, repleto de duplicidades e espelhamentos.
A análise de elementos como Cosme e Damião e a geminidade traz à tona uma tensão entre presença e ausência, arte e história. O modernismo é apresentado como um campo plural e fragmentário, onde a imagem se torna central na experiência estética e política brasileira, revelando sua magia e complexidade.