SINOPSE
Questões sobre a espacialidade do racismo são abordadas de maneira crítica, revelando como essa relação social se materializa em espaços moldados por condições históricas. A análise propõe que a “raça” é um construto socioespacial, onde características físicas e práticas culturais servem como dispositivos que ativam mecanismos de controle e dominação.
A reflexão sobre a mobilidade urbana destaca como o racismo influencia a configuração dos espaços e as condições de movimento dos corpos nas cidades. A luta antirracista é apresentada como uma combinação de teoria e práticas políticas que buscam romper barreiras raciais e de classe.