SINOPSE
Quem consola o consolador? Em uma redação cínica, um jovem colunista lida com cartas de dor genuína, respondendo com frases prontas. A oração que repousa em sua mesa se transforma em um reflexo de suas próprias feridas, revelando um retrato afiado do consolo industrial, onde a fé é terceirizada e slogans se tornam anestésicos para um coração exausto.
Com uma prosa direta e impactante, a narrativa provoca risos em momentos inesperados, ao mesmo tempo que instiga reflexões profundas. Esta edição traz uma nova tradução que respeita o ritmo e a precisão do texto original, enriquecida por comentários que iluminam seu contexto e simbolismo.