SINOPSE
Um percurso simbólico se desenrola através de quatro movimentos: fundação, missão, expansão e espera. Memórias históricas, mitos e espiritualidade se entrelaçam, questionando não apenas a nação, mas a própria noção de destino. A linguagem clássica, porém contemporânea, estabelece um diálogo com a tradição épica portuguesa, promovendo uma revisitação crítica que revela fraturas nas vitórias e perdas inevitáveis.
No centro, o mar emerge como símbolo da vontade humana, enquanto a narrativa transita de uma voz épica para uma dicção mais introspectiva. A fé e a espera tornam-se formas de resistência ao esquecimento, mantendo a pergunta aberta sobre o que persiste após o sonho e a dissipação da glória.