SINOPSE
Um diálogo profundo e filosófico se desenrola entre um homem e uma capivara solitária nas madrugadas do Rio de Janeiro. A narrativa oferece um mergulho crítico na condição humana, questionando a arrogância da espécie diante da natureza e refletindo sobre a origem da vida e a evolução. Através de uma visão ampla, aborda temas que vão da microbiologia à astrofísica, revelando a violência ancestral e a ganância que ameaçam a ordem natural.
Catita, a capivara, emerge como símbolo de sabedoria silenciosa, contrastando com a destrutividade humana. A obra convida à reflexão sobre o significado de estar vivo, propondo uma meditação sobre o tempo, a morte e a busca por uma eternidade individual.