SINOPSE
A partir da década de 1980, as Forças Armadas na América do Sul, incluindo o Brasil, perderam influência política direta, mas mantêm um papel crucial nas políticas governamentais. A análise abrange o impacto econômico e político dessas instituições nas novas democracias da região, com foco nas políticas de desenvolvimento.
Além disso, são exploradas as novas estruturas de defesa na América do Sul após a Guerra Fria. No contexto brasileiro, a relação entre corporativismo militar, memória política e o controle civil sobre as políticas de defesa é examinada de forma crítica.
