SINOPSE
O Estado brasileiro ignora quase 25% da população do Rio de Janeiro, oferecendo serviços de saúde e educação precários, além de moradias inadequadas. Essa negligência contribui para o crescimento das facções e milícias, que se aproveitam da fragilidade das comunidades. A análise revela como a violência se tornou uma resposta estatal à criminalidade, criando um Terceiro Poder clandestino que atua nas lacunas deixadas pela administração pública.
Com uma abordagem técnica, mas acessível, a obra explora as falhas do Estado em proteger os cidadãos e a complexidade do tráfico de drogas. Uma leitura essencial para compreender a dinâmica do crime organizado e a atuação das milícias no Brasil.