SINOPSE
Uma análise provocativa dos processos psíquicos que sustentaram os últimos presidentes do Brasil, esta obra conclui uma trilogia que explora a política sob uma nova perspectiva. O foco recai sobre a mediocridade e a falta de inovação no exercício do poder, revelando um universo onde decisões obscuras e acordos de bastidores predominam, refletindo a cultura política da violência.
A narrativa discute como essa “cultura do fascismo comum” contribuiu para a erosão das conquistas sociais, apresentando um retrato crítico das oligarquias que moldam o cenário político atual, destacando a ausência de esperança e criatividade na liderança.