SINOPSE
Reflexões sobre arte e a inevitabilidade da morte permeiam a narrativa, onde ruínas venezianas e a obra de Tiziano servem de pano de fundo. Através de uma jornada pessoal, o protagonista explora o fracasso humano e estético, revelando um desespero quase sublime. Acompanhado por seu cachorro e seu filho, ele percorre a cidade, meditando sobre a fragilidade da existência.
Em meio a essa busca, a arte se torna um espelho de suas próprias limitações. A linguagem do grande pintor contrasta com a do escritor, criando uma tensão entre o sublime e o banal, enquanto ele se despede de suas ilusões e confronta sua realidade.