SINOPSE
Não se trata de uma narrativa romântica, mas da essência que persiste após o amor. Através de uma poesia inicial, um narrador explora o amor como vício, a separação como queda e a lucidez como meio de sobrevivência. Ao longo dos capítulos, revela-se um processo autêntico de desilusão, onde a identidade é questionada e as ilusões se dissipam.
Com uma linguagem densa e um ritmo deliberadamente lento, a narrativa aborda a solidão e a escrita como refúgio. Sem promessas de redenção, propõe a aceitação da vida em sua plenitude, culminando em uma reflexão sobre a continuidade e a autenticidade da existência.