Meu nome não é Pixote: o jovem transgressor no cinema brasileiro

Ed Anderson Mascarenhas

SINOPSE

Um estudo profundo revela como a figura do jovem transgressor é representada no cinema brasileiro, com foco em dois filmes emblemáticos. A análise abrange desde a obra de 1980, que aborda a lei do mais fraco, até a produção de 2008, explorando as nuances sociais e urbanas que moldam essas narrativas.

Referências a teóricos renomados enriquecem a discussão, permitindo uma reflexão sobre a evolução do cinema nacional e suas representações da juventude ao longo de três décadas. A pesquisa oferece uma nova perspectiva sobre a cultura cinematográfica brasileira.

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