SINOPSE
Transformações na cultura cabocla da região de Chapecó são analisadas a partir do ciclo da madeira, entre 1930 e 1965. A interação entre caboclos e colonos durante a extração de madeira e a prestação de serviços revela um contexto de conflitos simbólicos que impactaram a cultura local. O estudo inicia-se com a formação política da região, abordando as primeiras ocupações indígenas e caboclas até a colonização.
A chegada da indústria madeireira intensificou a convivência entre esses grupos, resultando em mudanças significativas na identidade, religiosidade e relações familiares dos caboclos, que se adaptaram ao novo ciclo econômico em Chapecó.




