SINOPSE
Diálogos afetivos emergem das experiências de uma mulher transexual autista, que compartilha reflexões sobre a intersecção entre autismo e diversidade de gênero. A incongruência de gênero se revela mais comum entre autistas, levando a discussões sobre as controvérsias que envolvem gênero, sexualidade e autonomia. A pesquisa se aprofunda nos modelos médico e social da deficiência, articulando narrativas sobre neurodiversidade e as particularidades do ser autista.
As vivências pessoais se entrelaçam com debates coletivos, destacando a dinâmica da abjeção em relação às pessoas trans. O abjeto desafia a construção de uma subjetividade fixa, revelando um espaço fronteiriço que provoca tanto repulsa quanto desestabilização, essencial para a compreensão das identidades em constante transformação.