SINOPSE
Traduzir é uma atividade repleta de nuances, onde cada escolha reflete um elemento de acaso e subjetividade. A prática exige reflexão constante, decisões e, muitas vezes, a aceitação da transitoriedade do ato de traduzir. Ao longo da história, inúmeras obras foram traduzidas, mas a busca por uma verdade definitiva permanece inalcançável, revelando a complexidade desse ofício.
Reflexões sobre a tradução se assemelham a um crochê intricado, onde cada ponto revela os truques e estilos dos autores. Essa jornada, embora desafiadora, proporciona uma experiência rica e gratificante, celebrando a habilidade e o conhecimento necessários para navegar por esse universo multifacetado.