SINOPSE
Com uma abordagem erudita e poética, a obra apresenta uma crítica ao narcisismo da cultura ocidental, que tende a ver o saber “outro” como uma versão inferior de si mesma. O texto propõe um deslocamento na antropologia, similar ao que foi feito na filosofia por Deleuze e Guattari, ao explorar a importância dos estilos de pensamento dos povos estudados.
A experiência do autor com comunidades indígenas brasileiras fundamenta uma reflexão sobre a diferença e a coprodução entre antropólogo e povos. A obra se destaca como uma contribuição significativa ao pensamento contemporâneo, abordando o conceito de perspectivismo de forma inovadora.




