SINOPSE
Na visão de Lavelle, o tempo emerge como um elemento derivado da diferenciação ontológica, essencial tanto para a compreensão do ser quanto para a inteligência humana. Através do ato, que representa essa diferenciação, o real é criado e o tempo se torna a medida das diferenças que definem a existência. Cada nova manifestação do ser é marcada por uma singularidade que não pode ser reduzida a nada.
A percepção mítica do tempo, que consome o que é novo, enfatiza a irreversibilidade de cada ato. Assim, cada nova configuração ontológica do mundo é única e irrecuperável, apresentando-se como uma constante novidade para a inteligência humana.
