SINOPSE
Transformações no mundo do trabalho e práticas do ensino superior se entrelaçam em um contexto capitalista, onde o adoecimento dos colaboradores se torna uma realidade alarmante. O sofrimento, frequentemente visto como um compromisso, é analisado através de entrevistas com coordenadores de cursos de graduação em São Paulo, que revelam a pressão e os desafios enfrentados no cotidiano profissional.
Questionários aplicados, como o PROART e o Estresse Percebido, fornecem dados que são examinados sob a ótica da psicodinâmica do trabalho e dos riscos psicossociais. Os resultados evidenciam a relação entre as condições laborais e o adoecimento dos profissionais envolvidos.