SINOPSE
Uma construção simbólica sobre identidade e destino, a obra revisita o passado de Portugal através de uma linguagem espiritual. Dividida em três partes, explora figuras e mitos que moldaram o imaginário português, onde reis e navegadores se entrelaçam em uma busca coletiva por sentido. O mar, como metáfora do desconhecido, destaca-se não apenas como cenário, mas como símbolo de superação e risco.
O passado é apresentado como uma força que ilumina o presente e abre possibilidades futuras, sem nostalgia. A leitura proporciona uma compreensão profunda da dimensão poética que permeia a história e a cultura portuguesa.