SINOPSE
Comunidades que optam por viver fora da lógica moderna oferecem uma alternativa ao consumismo e à fragmentação social. Menonitas, Amish, Huteritas e Quakers seguem princípios que incluem fé cotidiana, pacifismo e cooperação, desafiando a cultura contemporânea. A jornada histórica dessas comunidades, que remonta à Reforma Radical do século XVI, revela como transformaram ambientes hostis em espaços de paz e identidade cultural.
Além de um relato sobre perseguições e migrações, a reflexão proposta é sobre o que essas comunidades podem ensinar em tempos de crise. Em meio a debates sobre globalização e sustentabilidade, suas práticas oferecem novas perspectivas sobre progresso e convivência humana.