SINOPSE
Em 14 poemas, a obra explora os caminhos telúricos da América, revelando a conexão entre paisagens e memórias. Os versos transitam desde os rios da Cordilheira dos Andes até o sertão, passando por personagens e cenários que refletem a essência de um povo e suas histórias. A simplicidade das imagens traz à tona a beleza do cotidiano, onde a canção se torna um abraço necessário.
O desencanto das coisas se destaca, utilizando a memória como ferramenta para registrar aromas, sons e paisagens que permanecem ocultas. Essa jornada poética revela um tempo em que a máquina do mundo ainda não existia, capturando a essência do que foi e do que ainda pode ser.
