SINOPSE
Memórias de ex-portadores do Mal de Hansen em Bauru revelam as experiências de indivíduos que viveram em um leprosário entre 1945 e 1969. A exclusão social imposta a esses doentes gerou um ambiente repleto de desafios, onde regras severas moldavam suas vidas. Conflitos e estratégias de resistência emergiram, permitindo que esses homens e mulheres encontrassem formas de lidar com o confinamento e a estigmatização.
A pesquisa explora as redes de sociabilidade que surgiram nesse contexto, destacando a importância dessas interações para a sobrevivência emocional e física. O debate sobre a hanseníase e suas consequências sociais permanece relevante, especialmente considerando a atual incidência da doença no Brasil.
