SINOPSE
Lúcia, aos 44 anos, enfrenta o início do esquecimento, onde palavras e memórias se esvaem, enquanto as lembranças dolorosas permanecem. Diagnosticada com Alzheimer precoce, decide registrar sua vida em um memorial, lutando contra a deterioração em um ambiente hostil e a pressão de sustentar sua filha, Isadora. Um segredo do passado a assombra: Isadora não é filha biológica de seu falecido marido, mas de um amor que a abandonou.
Enquanto Lúcia perde a conexão com a realidade, Isadora cria um “Jardim dos Cataventos”, simbolizando memórias e resistência ao esquecimento. A trama se intensifica com a ameaça de despejo e a revelação da verdadeira paternidade de Isadora. Em um momento de lucidez, Lúcia escreve sua confissão final, trazendo à tona o segredo que a atormenta, em uma narrativa tocante sobre memória, identidade e as formas de resistência diante do apagamento.