SINOPSE
Após duas décadas, a necessidade de adaptação se torna evidente. Permanecer inerte pode resultar na perda do tempo, um recurso valioso na atualidade. Optar por estratégias do passado, embora tentador, ignora as demandas dos novos cenários que exigem inovação e flexibilidade.
Uma nova abordagem para a resolução de conflitos surge como uma alternativa promissora. Este caminho propõe uma reflexão sobre práticas contemporâneas, direcionando-se para um futuro mais eficaz na mediação de disputas, tanto no Brasil quanto globalmente.
