SINOPSE
Em uma sociedade onde rótulos se tornaram comuns, a experiência de ser reduzido a um conceito é explorada de maneira provocadora. A narrativa em primeira pessoa revela memórias e reflexões que questionam a cultura do julgamento nas redes sociais, além da banalização de termos psicológicos. Quando se tornou tão fácil rotular alguém como “narcisista”? Essa simplificação revela muito sobre quem faz a acusação.
Entre questões de identidade e a busca por validação, o texto expõe o desconforto de viver sob o olhar do outro. Convida à reflexão sobre o hábito de rotular sem compreender, tornando a leitura intensa e inquietante.