MATERNIDADE POR SUBSTITUIÇÃO E A REPERCUSSÃO NO DIREITO DE FILIAÇÃO

Gabriel Oliveira Cavalcanti de Neto

SINOPSE

A evolução das técnicas de reprodução assistida trouxe mudanças significativas no Direito de Família, especialmente no que diz respeito à filiação. O vínculo biológico já não é o único critério para definir a parentalidade, com a afetividade ganhando destaque. A ausência de uma legislação específica no Brasil sobre o tema gera desafios na resolução de conflitos de paternidade, uma vez que a única norma relevante é a Resolução 2.168/2017 do Conselho Federal de Medicina.

O estudo se concentrará na maternidade substitutiva e na filiação socioafetiva, abordando as complexidades e particularidades que surgem com as novas técnicas de reprodução assistida. A análise busca compreender como o sistema jurídico pode se adaptar a essas novas realidades familiares.

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