SINOPSE
Histórias de ativistas comunistas lituanos, como Alfonsas Marma, frequentemente caem no esquecimento ou são envoltas em um manto de vergonha. Mencionar esses indivíduos muitas vezes implica em sentimentos de culpa, e os comunistas são frequentemente rotulados como traidores da nação. Essa polarização ideológica resulta em narrativas como a de Marma sendo perdidas entre a glorificação soviética e o desejo de apagamento por parte de uma Lituânia que busca ocidentalização.
Em meio a essa dualidade, o país enfrenta suas tensões e traumas, lutando para reconciliar seu passado com as expectativas de um futuro mais alinhado com o Ocidente. A reflexão sobre essas histórias se torna essencial para entender a identidade lituana contemporânea.
