SINOPSE
A realidade do acolhimento institucional de crianças e adolescentes é explorada por meio da análise dos marcadores sociais de desigualdade, como raça, gênero e pobreza. Questões emergem ao observar que a maioria das famílias com filhos acolhidos é composta por mulheres negras e em situação de vulnerabilidade. As dinâmicas de poder que perpetuam essa situação são investigadas, revelando um histórico de precariedade que afeta o cuidado parental.
O diálogo com autores que abordam racismo, sexismo e desigualdade social enriquece a compreensão das relações raciais e suas implicações nas infâncias do país. Essas reflexões são essenciais para profissionais que atuam na proteção de crianças e adolescentes, promovendo uma avaliação mais inclusiva e consciente das estruturas sociais que moldam essas realidades.