SINOPSE
O fetiche da mercadoria revela-se como uma extensão das críticas de Marx à religião e à metafísica, refletindo a continuidade de suas ideias. A análise propõe que o mundo moderno, dominado pela mercadoria, perpetua as ilusões e dualidades presentes nas crenças religiosas, como o sagrado e o profano, o essencial e o não essencial.
Essa dinâmica transforma o dinheiro em uma divindade contemporânea, gerando uma cultura alienada e fetichizada, que ecoa a devoção mística a esse novo Deus. A obra convida à reflexão sobre as relações sociais e econômicas que moldam a experiência humana.








